Todos podemos contribuir para melhorar como mostra este artigo de Alejandro Navas publicado no blog da Fundación Burke.
Todos podemos contribuir para melhorar como mostra este artigo de Alejandro Navas publicado no blog da Fundación Burke.
No primeiro a Bósnia mostrou capacidades de construir jogadas e criar oportunidades para marcar. Um resultado melhor que a exibição da equipa no confronto. Dificuldades na transição para o ataque por não conseguir 'libertar da asfixia' os jogadores do meio-campo, ataque deixado às iniciativas individuais e insegurança colectiva com a pressão da Bósnia.
Ontem foi outro jogo, parece que a 'pressão' do publico funcionou como um tónico (também todos os jogadores estão habituados a jogar em ambientes adversos), vontade, determinação, entreajuda, capacidade colectiva de controlar o meio-campo e um ataque apoiado, mas perdulário nos momentos críticos.
AH! e parabéns a quem montou a estrutura de jogo e preparou a equipa para confrontar, com sucesso, as várias vicissitudes do jogo e que o adversário colocaria.
Terminei a leitura de 'Fúria Divina” de José Rodrigues dos Santos.
É um livro que se lê rapidamente e que vai criando o 'suspense' quando se avança na leitura, ao estilo que o autor já nos tinha habituado.
Recomendo a sua leitura nem que seja nas próximas férias.
Estive a ouvir os Prós e Contras ontem e fiquei muito baralhado sobre qual é o mandato que afinal entregamos aos deputados quando votamos.
Será que só elegemos algumas pessoas para estarem no parlamento ou delegamos responsabilidade para nos representarem de acordo com a proposta eleitoral que foi apresentada.
Como leigo fiquei sem saber qual a representatividade da AR para decidir de acordo com a representatividade que lhe foi dada ou se o melhor é a democracia directa. Assim não necessitamos de representantes, não é?.