09 Fevereiro 2010

"O orçamento nacional deve ser equilibrado. As dividas publicas devem ser reduzidas, a arrogância das autoridades deve ser moderada e controlada. Os pagamentos a governos devem ser reduzidos se a Nação não quiser a falência. As pessoas devem aprender novamente a trabalhar em vez de viver por conta publica."Marcus Tullius Cicero, Roma, 55 a.c.

Não encontro melhores palavras para descrever o estado de dependência do Estado a que chegamos como País e Nação.

 

publicado por RPF às 10:04
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08 Fevereiro 2010

Hoje recomendo a leitura, e reflexão, de um artigo de Hans-Hermann Hoppe, "Natural Elites, Intellectuals, and the State" (já de 2006), o que há muito tempo não fazia.

Vale a pena ler.

publicado por RPF às 10:03

05 Fevereiro 2010

Ao ler o livro 'Como sair da crise – Alentejo e Algarve' de Jack Soifer, fui alertado por uma frase da autoria de Eduardo Rath Fingerl : “Os activos importantes para a geração de valor, hoje não estão no balanço “.
Uma mais cuidada análise à frase diz-nos que existe uma discrepância, cada vez mais profunda, entre os balanços das empresas e a sua capacidade de virem a ter sucesso no futuro.
Ora o balanço e a demonstração de resultados, os dois grandes instrumentos de análise de uma empresa, mostram-nos o passado suportado nas transacções de bens/serviços que realizaram (sejam receitas, despesas, património tangível, stocks, dividas a fornecedores e de capital, reservas, etc...) e não vai para além disso.
Se no passado a criação de valor era conseguida por recursos naturais, mão de obra e capital intensivo, na actual economia os aspectos relacionados com o conhecimento, inovação, processos de gestão e redes de relacionamento são os que mais valor transmitem aos produtos/serviços.
Actualmente as capacidades de crescimento e futuro de uma empresa são mais aspectos intangíveis : qualificação e motivação dos recursos humanos, criação de parcerias com clientes/fornecedores/universidades, gestão, 'valor' dos clientes, tecnologias, relacionamento com clientes e fornecedores, etc.
Estes dados não constam dos balanços nem das demonstrações de resultados, apesar de serem os mais importantes influenciadores dos resultados, actuais e futuros.
Será que no futuro vamos ter um balanço que consiga integrar ;  o que nos mostra o passado, as transacções financeiras efectuadas e os bens tangíveis existentes ao mesmo tempo que identifica e analisa o 'capital intangível' e que mostre as perspectivas de crescimento da empresa através da análise das suas capacidades individuais, colectivas, de relacionamento e estratégicas
Muito provavelmente teríamos uma visão diferente de cada empresa, daquela que temos actualmente.


04 Fevereiro 2010

Felizmente alguém teve o bom senso de recuar com esta proposta que era, no mínimo, escandalosa.

A seguir vinham com quê?

Talvez a colocação de WebCam's na residência de todas as pessoas para aferir o seu comportamento 'moral'.

A devassa publica da privacidade tem limites e a sociedade não tem o direito se 'ultrajar' as liberdades individuais.

BASTA.

 

 

publicado por RPF às 10:26
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