20 Fevereiro 2009

... nem os críticos dos planos actuais que estão a ser introduzidos em quase todos os países, com algumas excepções.

Estes três artigos (que podem ser lidos aqui, aqui e aqui) e escritos por Lorenzo Bernaldo de QuirósGabriela Calderón e Lawrence W. Reed, do CATO Institute e da Ordem Livre, transmitem de uma forma simples, os problemas das crises bancárias e das politicas monetárias e contestam as actuações correctivas que estão a ser seguidas tendo como base uma análise diferente sobre o passado.

Eu por mim, e não sendo economista, começo a inclinar-me para aqueles que advogam a 'liquidação controlada' dos agentes económicos 'tóxicos', i.e. que sejam ineficazes e não satisfazem as necessidades da sociedade, como forma de dar credibilidade às boas práticas criando confiança no sistema.

Também começo a solidificar a ideia de que ou somos capazes de limitar os gastos do Estado (limitando-os aos apoios sociais no desemprego, criação de novas empresas e especialmente no repensar dos serviços que devam ser prestados pelo Estado, de que forma o devem ser e que distribuição dos seus custos) ou estaremos a hipotecar as gerações futuras.

Parece que quem vai nascer tem assegurada uma divida ao Estado e a desresponsabilização pela sua vida.

publicado por RPF às 15:23

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