29 Abril 2009

As eleições, que já estamos a viver na sua 1ª. fase, são um momento em que : vemos e ouvimos (recolher informação), reflectimos e avaliamos (experiência e inteligência) e decidimos (acção).

Estes são os passos fundamentais num processo de decisão e escolha das opções que se nos colocaram.

A questão primordial e fundamental, com a personalização das campanhas politicas, é a liderança, e o que queremos e pretendemos do(s) lider(res).

Sem uma matriz de avaliação da liderança, actual e potencial, é dificílimo tomar uma decisão racional.

Essa matriz só é possível de construir desde que se escolha quais os critérios, o que se quer e se espera, de análise à liderança. Sem uma matriz faremos escolhas baseadas, não na nossa opinião e critério, mas ao sabor das noticias, publicidade e opiniões dos outros.

Um destes dias, e utilizando uma das redes sociais em que participo, coloquei esta pergunta várias vezes e surpreendentemente as respostas foram escassas e pouco claras.

Será que isto significa um desinteresse pela forma como escolhemos ou é a forma subjectiva como fazemos avaliações, coisa que desgostamos profundamente.

Eu por mim já construi a minha matriz : alcançar resultados, comunicar, entender o mundo que nos rodeia, definir tarefas e responsabilidades, definir prioridades, estabelecer as regras de vida colectiva, mobilizador da vontade colectiva, integrar os objectivos colectivos nos objectivos e aspirações individuais, corajoso, exercer uma autoridade reconhecida, gerir o planeado e o inesperado, preocupar-se com os outros, ser competente, honesto e coerente, agir de acordo com o que diz e finalmente capacidade de estabelecer, objectivos, metas e valores.

 

publicado por RPF às 09:20

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