05 Agosto 2008

Esta noticia do El País mostra que em Espanha o planeamento da localização e acesso à Universidades torna o ensino superior mais acessível, mais barato e com menor custos de integração dos alunos.

Mais um 'sucesso' da regionalização?. Talvez.


05 Agosto 2008

Esta tem sido uma frase mais ditas, e ouvidas, nos últimos tempos e que pretende que a aprendizagem não se faz uma única vez nas escolas mas que deve ser continuada ao longo da vida profissional.

Concordo plenamente, mas as condições, em Portugal, para que tal seja efectivo não estão a ser implementadas.

Senão, vejamos:

Existem duas nuances quando falamos de aprendizagem: o saber e o saber fazer. Quanto ao saber tal poderá ser efectuado à distância, não obrigando as pessoas a deslocarem-se e, aproveitando o seu tempo livre, disponível, e o seu ritmo. Ora as Universidades, Institutos Politécnicos, etc. estão a aproveitar muito mal as novas tecnologias e a oferta é insignificante, ao contrário do que existe em Espanha ou Inglaterra, já para não referir os Estados Unidos e o próprio Brasil.

No que diz respeito ao saber fazer, o envolvimento das empresas, em particular das PME's, com as escolas (complementares, secundárias e formação profissional) é imprescindível para a adequação dos cursos profissionais e profissionalizantes às necessidades especificas de uma região. Complementarmente o envolvimento das Universidades são o factor critico do salto que teremos de dar.

Saber e saber fazer no local de trabalho e/ou de habitação, não desenraizando as pessoas e possibilitando-lhes as mesmas oportunidades que àqueles que vivem nos grandes centros urbanos. As tecnologias de informação estão disponíveis a quem as quiser utilizar.

 

publicado por RPF às 07:32

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