18 Dezembro 2008

Este é o lema do Correio da manhã expresso na sua apresentação da página Web.

Fiquei no entanto surpreendido pelo seu titulo de capa que parece demonstrar tudo menos rigor.

Vamos ver.

O titulo principal era "Dias Loureiro ganha 7,1 milhões no BPN'.

Na verdade e feitas as contas, como se aponta na noticia, o Sr. comprou 5.000.000 € em acções (em 2000) e posteriormente efectuou uma aquisição adicional de 1.500.000 € (não se refere o ano mas vamos assumir que foi também em 2000).

Ora como a venda é efectuada em 2002 temos que, assumindo uma taxa de inflação de 2,5% média, o valor do investimento (6.500.000 €) feito, em 2000, correspondia em 2002 a 6.830.000 € (é preciso comparar o que é comparável).

Desta forma o ganho efectivo da venda foi de 270.000 €, e não os 7,1 milhões referidos na 1ª. página, porque esse foi o valor da venda e não do ganho.

O rigor não é só para ser dito, é necessário praticá-lo e os títulos têm de ser coerentes com a noticia, e informar as pessoas, e não 'o espectáculo que leva à compra'?.

não acham?.

 

 

publicado por RPF às 19:42
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18 Dezembro 2008

É verdade, gosto de ver o deputado Paulo Portas nas suas intervenções na Assembleia da Republica.

Não é porque seja particularmente interessante o que diz, muitas vezes nem o ouço, mas gosto bastante de ouvir aquele deputado que está ao seu lado, infelizmente (porque será) não conheço o seu nome (há mais alguém no CDS/PP tsem ser o deputado Paulo Portas?), e que passa o tempo a dizer 'MUITO BEM'.

O meu entretêm é o de contar as vezes que ele diz essa frase ou 'APOIADO'.

Digam lá que não é um bom passatempo.

 

publicado por RPF às 16:55

18 Dezembro 2008

Afinal começa a ser receita para os clubes o facto de terem jogadores nas selecções nacionais.

Aqui pode ser vista a distribuição efectuada pela UEFA e respeitante ao EURO 2008.

O G14 (onde está o FCP) começa a mostrar serviço.

Ainda vamos ver uma disputa sobre as convocatórias para o EURO.

publicado por RPF às 10:02
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18 Dezembro 2008

Recebi esta anedota via email, pelo que não sei quem é o seu autor e a sua origem.

Não deixo de a postar porque penso se trata de um bom retrato da nossa sociedade actual:

 

Um pescador de caranguejos nunca tapava o balde em que colocava os caranguejos que ia apanhando.
Um dia alguém lhe perguntou
: 'Porque não tapas o balde onde tens os caranguejos ? Não tens medo que fujam?'
Ao que o pescador calmamente respondeu: 'Não é preciso... São caranguejos portugueses; quando um tenta subir, os outros imediatamente o puxam para baixo!'

publicado por RPF às 08:15
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18 Dezembro 2008

A mobilidade dos trabalhadores altamente qualificados pode ser um factor de novos negócios para os antigos, e novos, patrões.

A mobilidade destes quadros é relevante desde que seja efectuada entre fornecedor e cliente (e vice versa) e não para os concorrentes.

Este artigo de Freek Vermeulen no seu blog Random Ratings, mostra isso bem, utilizando como exemplo a consultora McKinsey (gostei bastante da definição desta organização dada pelo Prof. Dominic Houlder : the most successful religious order since the Jesuits).

No final trata-se de estabelecer 'ligações' (há quem lhe chame network) que viabilizam negócios mútuos, no futuro.

É uma estratégia importante para garantir o futuro, desde que não se perca o espírito de pertença, e a ligação, de um ex-colaborador ao seu antigo empregador.

publicado por RPF às 07:15

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