23 Janeiro 2009

Passei muito tempo a ler as opiniões sobre as origens da crise económica mundial.

Li as opiniões expressas por : Paul Krugman, Nouriel Roubini e de vários outros especialistas mundiais bem como de consultoras e ex-banqueiros.

Havia opiniões diferentes dependente da forma como se olhava para o problema e se enfatizava mais uns ou outros dos dados em análise.

Não fiquei com uma opinião formada e firme.

Afinal, e após ouvir Manuela Ferreira Leite e Pacheco Pereira, descobri:

 

" A responsabilidade da crise é de José Sócrates. O que aconteceu foi o seguinte : como ia haver em 2009 eleições em Portugal e como o crescimento do PIB não estava a correr de acordo com o previsto, então ele foi pedir a um amigo do ex-Presidente Bush, neste caso Durão Barroso, que 'metesse uma cunha' para que fosse criada uma 'diversão' por forma a poder dizer que a responsabilidade das dificuldades económicas não eram do Governo, e assim ter possibilidades de nova maioria absoluta. Infelizmente o ex-Presidente Bush não tinha inteligência em abundância e criou a situação actual prejudicando todo o Mundo, só para dar uma ajuda a Sócrates. "

 

O que vos parece? Tem lógica, não tem?

publicado por RPF às 16:17
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23 Janeiro 2009

Há uma coisa que todos sabemos : nos momentos de ruptura com o passado há postos de trabalho que acabarão e outros surgirão em seu lugar.

É pois importante prepararmo-nos, desde já, para que daqui a alguns não estejamos a 'chorar sobre a falta de competitividade em negócios em crise'.

Vejam e oiçam um dos caminhos possíveis a ser descrito por Carly Fiorina, ex.CEO da Hewlett-Packard.

publicado por RPF às 10:57

23 Janeiro 2009

Neste post tinha prometido que quando retirasse o vídeo que tinha, faria a minha apreciação dele (já agora a participação e comentários que tive, sobre o vídeo, foi nula).

Vou então dar a minha opinião:

O que se vê mostra : ausência de tecnologia (só as pás e o andaime), produção centrada na mão de obra, sincronização e automação dos trabalhadores na tarefa que lhes foi confiada, tarefas simples que só exigem mecanização, a falha de um trabalhador leva à falência de todo o mecanismo, inflexibilidade na produção,  nehuma liberdade aos trabalhadores para construirem o processo, ...

Quando viram não lhes pareceu uma empresa portuguesa, mas mais sincronizada?

Pois é isso que eu acho.

 

 


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