29 Janeiro 2009

Pois o processo de aprendizagem nunca termina, só na morte cerebral de cada individuo.

Descobri, via The Connected Republic (um blog de Diogo Vasconcelos, anterior responsável pela Sociedade da Informação), que Obama vai, sistematicamente, fazer o feedback do dinheiro injectado na economia como apoio às empresas e sectores económicos (neste site).

Tal situação de transparência na gestão publica, e a possibilidade de cada um de nós avaliar as decisões e os resultados, é um exemplo que deverá ser seguido de imediato pela UE e seus Estados Membros.

publicado por RPF às 12:58

29 Janeiro 2009

Temos sido 'sistemáticamente bombardeados' com a necessidade de intervenção dos governos na economia para recuperar da crise.

A grande maioria dos economistas, em Portugal e em todo o Mundo, falam nessa intervenção e até colocaram os objectivos que deve envolver : deve ser temporária, propritáriamente defender o emprego, apoiar as empresas e as familias e centrar-se no investimento publico em áreas como infraestruturas, novas tecnologias e energia renovável.

Agora, li este artigo de Donald J. Boudreaux (Diretor do Departamento de Economia da Universidade George Mason) que é perfeitamente contrário à intervenção dos Governos na economia.

Os seus argumentos, que têm lógica, merecem ser lidos, relidos e reflectidos por cada de um nós, para ver se assumimos definitivamente a nossa responsabilidade individual, e não só a colectiva, na situação.

Só assim poderemos entender que todos e cada um têm um contributo a dar para a sua resolução.

Eu sei que sou um leigo nesta matéria e que ele se refere aos EUA, mas em Portugal não é o mesmo?.

 

publicado por RPF às 10:41

29 Janeiro 2009

O problema da segurança nas grandes urbes, está cada vez mais na ordem do dia, e é agravado pela crise económica que afecta Portugal e, em muitos aspectos, 'devasta' o Mundo.

É um tema que tem tido poucos estudos em Portugal, mas onde a concentração da população em duas Grandes Áreas Metropolitanas (Lisboa e Porto) pode vir a ter consequências graves se não for entendido e accionado em tempo.

A América Latina já tem uma tradição de concentração da população em grandes cidades pelo que o estudo desses movimentos sociais, e suas consequências, estão mais adiantados.

Este estudo da Fundación para las Relaciones Internacionales y el Diálogo Exterior. deve merecer a nossa leitura atenta, para ver se descortinamos padrões que possam influenciar o nosso futuro na Grande Lisboa e Grande Porto, e tentarmos encontrar formas de intervir a tempo.

 

publicado por RPF às 10:25
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29 Janeiro 2009

Neste artigo, o Futebol Finance, aponta 6 medidas para 'salvar' o negócio do futebol:

- sistema de controlo de gestão desportivo e financeiro autónomo

- participação dos clubes, com o peso dos seus resultados desportivos, na organização e gestão das competições e nas decisões internas das suas ligas e associações

- introdução de meios tecnológicos de apoio à arbitragem.

- fomentar a formação de jogadores e introduzir regras consonantes

- apoios financeiros do Estado seriam canalizados para formação

- melhor distribuição das receitas de marketing, marca, merchandising e direitos televisivos possível pela centralização da gestão de cada competição ou liga

Eu acrescentaria a essas medidas a separação da arbitragem da Liga e da Federação, autonomizando-se enquanto órgão ou sociedade comercial.

Já existem boas práticas que não vindo a ser seguidas e que são apontadas e referidas.

Esperemos que o futebol português ainda vá a tempo de as tomar (apesar daquela das receitas e sua distribuição parecer ser quase impossível, até 2013).

publicado por RPF às 08:09

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