31 Maio 2009

O IMD publicou o seu indice de competitividade 2009 (WCI Rankings) de 57 economias, entre as quais Portugal.

 

 

O desempenho da economia portuguesa está situado um pouco abaixo do meio da tabela, em termos globais.

Tal posição deve-se, no essencial à avaliação de dois aspectos, que são considerados negativos;  economia e previsóes de médio/longo prazo (stress test).

Tal situação mostra que os maiores problemas são: ética dos negócios, gestão e empreendorismo.

São problemas que não são dos Governos mas das pessoas.

A solução para os problemas está em nós e não nos outros (governo).

 

publicado por RPF às 10:14

30 Maio 2009

As ultimas eleições naquela que é a maior democracia do Mundo, trouxeram resultados que surpreenderam os próprios analistas, com a vitória expressiva do Partido do Congresso.

É a primeira vez que o povo da Índia dá um mandato claro, de governo, a um partido.

Neste artigo, da Newsweek, Fareed Zakaria mostra bem as tensões existentes numa democracia com tantas diferenças mas que foi capaz de dar sinais de vitalidade.

Vitalidade essa que muitas democracias ocidentais não estão a ser capazes de mostrar essencialmente por duas doenças que as assolam : o populismo, que inibe as reformas fundamentais em termos sociais, económicos e de governação, e o medo do terrorismo e da imigração, que facilitam o suporte politico a argumentos securitários e de isolamento.

Não estaremos, também em Portugal, a sofrer tempos deste tipo?.

publicado por RPF às 09:15

29 Maio 2009

Mais logo é aberto o 1º. Festival Internacional do Caracol que se realiza em Castro Marim (programa detalhado, aqui). Como não podia deixar de ser lá estarei na abertura bem como durante todo o fim de semana, tempo em que decorrerá. Para além dos variados petiscos do 'dito' teremos vários espectáculos culturais e musicais. Se tiverem oportunidade de estar pelos arredores, neste fim de semana, não percam.

publicado por RPF às 18:45
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29 Maio 2009

A recusa dos credores em transformar a divida em capital social (transformarem-se em accionista) e que permitiria aumentar os capitais próprios, diminuir o passivo e aumentar a solvabilidade, deu a 'machadada' final na existência da GM.

Vai assim terminar uma das empresas de maior sucesso num Mundo que já não existe.

A capacidade de adaptação, das empresas, ás alterações da sociedade e das suas necessidades é o factor fundamental de sustentabilidade, não a sua dimensão nem o seu passado.

A flexibilidade, em ttodos os factores da produção dos bens ou serviços, começa a ficar patente como um factor determinante.

Mesmo nós temos de nos questionar o que queremos ter no futuro, estabilidade no factor trabalho ou empresas flexíveis em busca do sucesso?.

 

publicado por RPF às 13:30

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