25 Março 2010

Como certamente todos sabemos o crescimento, que todos pretendemos e não o que temos, baseia-se na nossa capacidade de exportar. Mas exportar o quê? O que temos feito até agora, baseado nos produtos 'indiscriminados' e na mão de obra barata em que fazemos o que nos dizem para fazer? As propostas que temos em cima da mesa apontam para um crescimento suportado no consumo (que obriga a um aumento das importações) ou no investimento do Estado. Ora não me recordo do Estado exportar seja o que for o que parece nos aponta para um modelo de desenvolvimento pouco adequado.

 

NOTA : Para quem não se recorda o PIB é calculado da seguinte forma :

PIB = Consumo + Investimento + Gastos do Estado + Exportações - Importações

publicado por RPF às 10:48

24 Março 2010

Os dados do desemprego em 2009 mostram bem as desigualdades existentes no País, e pouco o que está a ser feito para as diminuir-.

As desigualdades económicas radicam,-se na escolaridade e formação profissional que nos faz querer competir com a mão de obra barata da China,. Índia ou África.

É aqui, na qualificação do mercado de trabalho, que se pode fazer a diferença e não na igualização , retirando a quem mais evolui para dar a quem não se esforçou.

Dos cerca de 530.000 desempregados em 2009, cerca de 73% têm o ensino básico ou nenhuma formação (dados recolhidos no PORDATA).

Este é o problema primordial e fundamental para resolver.

Impulsionar os que menos qualificações têm para a melhorar em vez do assistencialismo que acaba por contradizer a célebre MERITOCRACIA que tanto queremos.

publicado por RPF às 09:44

19 Março 2010

Lembro-me daquelas madrugadas de sábado aos saltos pelos campos, naquele jeep cinzento, para ir fazer o pagamento da jorna semanal aos 'ranchos' de trabalhadores agricolas.

Lembro-me das tardes de sábado passadas no café Portugal, em Benfica do Ribatejo, a ver, alegremente, os seus jogos de dominó.

Lembro-me de ......

Hoje é DIA DO PAI.

Lembram-se de ......?

 

publicado por RPF às 10:08

18 Março 2010

Recebi por mail de um amigo a história que abaixo transcrevo, não sabendo se é verdadeira ou não, mas sei que nos deve fazer pensar sobre o limite do igualitarismo para garantir o sucesso individual e colectivo.

 

"Um professor de economia na Universidade Texas Tech disse que ele nunca reprovou um só aluno antes mas tinha, uma vez, reprovado uma classe inteira.
Esta classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e 'justo.'
O professor então disse, "Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe.
Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas em testes." 
Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam 'justas.' Isso quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém repetiria. Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia um A...
Depois que a média das primeiras provas foram tiradas, todos receberam Bs. Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.
Quando o segundo teste foi aplicado, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Portanto, agindo contra suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos. Como um resultado, a segunda média dos testes foi D.
Ninguém gostou.
Depois do terceiro teste, a média geral foi um F. 
As notas não voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram... Para sua total surpresa.
O professor explicou que o experimento socialista tinha falhado porque ele foi baseado no menor esforço possível da parte de seus participantes. Preguiça e mágoas foram seu resultado. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual o experimento tinha começado.
"Quando a recompensa é grande", ele disse, "o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós.  
Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem seu consentimento para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável.
"

 

Fim da história, começo da reflexão....

publicado por RPF às 10:30
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