06 Junho 2009

Todos os políticos, empresários e economistas nos dizem que a inovação será a chave do sucesso para o futuro.
Mas será que estamos a criar as condições para o aparecimento da inovação?
A inovação não surge por si só, é antes uma consequência da existência de capital (e expectativas do seu retorno), Know-how cientifico e técnico e, acima de tudo, o ambiente (atitude competitiva das empresas, legislação, prioridades politicas, etc...).
Faço muitas vezes, a mim próprio, as seguintes perguntas:
1. Estaremos nós a criar as condições de competitividade que, para a sobrevivência no futuro das empresas, sejam obrigadas a inovar e criar no seu próprio ambiente as condições que possibilitem correr os riscos necessários à inovação, ou estaremos a proteger a não necessidade de competir?
2. Estamos a deixar criar capacidade de capital, dimensão das empresas, para que tenham possibilidades de inovar em articulação entre os centros de saber e o saber fazer?
Muitas das vezes penso que estamos a seguir um caminho que privilegia a manutenção das empresas como estão hoje ao não permitir que a escolha do futuro seja feita pelos consumidores mas pelos legisladores e reguladores.
Será que estamos a proteger as empresas ineficientes em detrimento de promover as que são eficientes hoje e que vir a ser no futuro?
Que caminho deveremos seguir?.
Este artigo de Alberto Mingardi, na OrdemLivre.org, levanta as mesmas duvidas que referi. 

publicado por RPF às 13:09

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