30 Outubro 2009

O debate sobre o Tratado de Lisboa tem surgido como uma espécie de perda de soberania dos Estados mais pequenos em detrimento do poder dos Estados maiores.
No que diz respeito à perda de poder refere-se o fim da Presidência rotativa da União e o numero de comissários.
Não entendo qual é a duvida, já existem vários exemplos em todo o Mundo de como se consegue estabelecer o equilíbrio entre o numero de habitantes e os interesses dos Estados, e é, perdoem-me a utilização dos termos dos EUA, a Chamara dos Representantes (Parlamento), que é proporcional ao numero de eleitores, e o Senado (Câmara Alta) que tem o mesmo numero de representantes dos Estados independentemente da sua dimensão.
Creio que esta é uma forma mais adequada de garantir a representatividade da maioria e os interesses individuais dos Estados do que a Presidência rotativa.
Quando à outra questão sempre que existe uma união, ou outra forma de associação, os seus membros individualmente abdicam sempre de alguma 'soberania' em troca do apoio, suporte e dos objectivos e metas comuns.
Mesmo nos partidos políticos é assim, os militantes abdicam de alguma da sua individualidade em troca, pelo menos, do sentido de pertença.

publicado por RPF às 10:28

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