18 Fevereiro 2010

A mudanças são sempre difíceis porque obrigam-nos a sair da nossa zona de conforto.

O problema é que as crise, sejam elas de que tipo forem, colocam-nos a necessidade de mudar, de hábitos, atitudes, comportamntos, acções, etc...

Mas mesmo assim, como reacção contra uma crise, é difícil a mudança que muitas vezes só acontece quando se coloca o problema da sobrevivência.

Ou mudamos ou poderemos deixar de existir, como organização ou sociedade.

Aí sim existe uma reacção.

O que a desperta é o sentido (sentimento) de urgência que faz sobressair o instinto de sobrevivência.

Nos últimos tempos temos sido confrontados com a difícil situação económica que o País atravessa e as profundas alterações que está a sofrer.

É do lado da economia que está a 'bola', mudar para se adaptar àzs novas necessidades da sociedade actual e às alterações que se avizinham.

Mas os lideres têm um papel fundamental que é o de 'injectar' em todos o sentido de urgência, pois assim a acção é mais determinada e poderá ser mais consequente.

É pois urgente despertar o instinto de sobrevivência alertando para o sentimento de urgência na acção.

 

publicado por RPF às 10:37

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