26 Agosto 2008

Esta é uma questão que sempre tive dificuldade em entender.

Não me passa pela cabeça que as empresas não tenham um contributo para a sociedade de acordo com o seu rendimento/lucro, como qualquer outro cidadão tem.

Desta forma a questão da competição tendo por base os impostos sobre os lucros sempre me pareceu desadequada, apesar de face à 'ganância' de alguns investidores tal possa ter influência.

O post de Paul Krugman aborda este tema mas essencialmente coloca 'o dedo na ferida' : a questão só se levanta na relação com quem compete connosco.

Por esse motivo : "And whaddya know, corporate taxes in big economies tend to be higher than those in small economies, and similar to those in the United States, a point made by the Congressional Budget Office in the study from which the chart above is drawn." e termina com "How can American business survive in a world in which Greek corporations have a big tax advantage? "

Por outro lado o ponto principal tem a ver com a taxa aplicável e a sua relação com o que é efectivamente pago, tendo em conta as deduções e exclusões, que em especial as grandes empresas conseguem maximizar e que as pequenas empresas 'torneiam'.

Por esse motivo ele refere que : "But because corporate tax rules allow all kinds of deductions and exclusions, the statutory rate is a poor guide to the actual disincentives the corporate tax creates."

Deste modo a falta de competitividade por via dos impostos sobre os lucros tem pouco sentido, excepto na captação de investimento externo, excepto como retórica e mostra falta de solidariedade com as pessoas individuais.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por RPF às 07:21

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