05 Dezembro 2008

Esta discussão sobre a 'promiscuidade' entre a politica e os negócios, que transparece com a passarem de ex-governantes e outros antigos detentores de poder, para as empresas não é uma situação que só aconteça em Portugal.

Este artigo de Freek Vermeulen, que se suporta num estudo efectuado nos EUA, mostra-nos que a fronteira entre o aconselhamento e a influência é muito ténue.

Também, pessoalmente, tenho essa duvida e como poderemos salvaguardar o prestigio e a imagem, daqueles que serviram, bem ou menos bem, a sociedade?

Não podemos querer que deixem de trabalhar ou limitar-lhes as suas, legitimas, ambições profissionais. Então o que fazer? Aceitar que é assim em todo o Mundo e que o 'lobbying' não é uma actividade ilegítima, como é aceite na maioria dos paises ocidentais? fazer de todos funcionários públicos?.

Eu não sei e quem souber que esclareça.

 

publicado por RPF às 07:00

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