18 Junho 2008

Quando era pequeno, na minha família e depois no colégio, sempre me disseram que a forma de ter uma opinião sobre qualquer assunto era questionar para me informar.

Questionar principalmente os objectivos, as alternativas, as prioridades, as opções, o que medir para avaliar e consequentemente os resultados.

Para mim a escola era um espaço de aprendizagem e quando um aluno não aprendia analisava-se se tal tinha acontecido por falta de capacidade própria ou por outro motivo qualquer.

Esse motivo podia até ser a vontade ou a capacidade do professor.

A avaliação era encarada como uma forma de melhoria pelo que o (deixem-me utilizar uma palavra em inglês) feed-back era importante e possibilitava aferir as medidas tomadas, durante o ano, para o desenvolvimento das capacidades do aluno.

Quando oiço algumas opiniões sobre os exames nacionais, acabei de ouvir de uma professora de português, se são fáceis ou difíceis (para mim qualquer teste que tenha de fazer é fácil se souber as respostas a dar).

Essa não é a questão fundamental e até me causa 'alguma urticária" pensar que há quem pense que os resultados dos alunos é um problema só deles.

Então se há professores cujos alunos conseguem superar os testes e outros em que tal não acontece, não será também um problema dos professores?.

A responsabilidade não pode ser só do ministério mas tem de envolver toda a organização do ensino.

A escola existe para ensinar e não só para avaliar, porque isso é só uma consequência do processo de aprendizagem.

Quando interiorizarmos este aspecto teremos, certamente, uma escola melhor.

 

publicado por RPF às 13:35

18 Junho 2008

Um dos problemas principais em Portugal são os custos originados pela Administração Publica.

Todos já ouvimos a frase 'Venha cá para ...'.

Os custos da "não produtividade" são pouco referidos mas são muito importantes globalmente no País.

Esta noticia dá-nos, a todos, uma nova esperança.

Será que o País não está mudar?.


18 Junho 2008

O confronto/conflito entre o FCP e o SLB parece não ter fim.

O que está em causa é o acesso à liga dos Campeões? Parece que não se tivermos em conta as declarações dos responsáveis do Benfica e sim, se tivermos em conta as declarações dos dirigentes Portistas.

Mas afinal este confronto ajuda ao quê? E como vai terminar?.

Quanto á questão do que favorece não se vislumbra nenhuma vantagem para a melhoria do 'negócio' futebol, do valor em bolsa das SAD's, da organização dos campeonatos, da distribuição das receitas publicitárias, da autonomia dos órgãos arbitrais, do aumento de competitividade, na melhoria da gestão dos participantes, etc.

Se existe alguma proposta e base de entendimento sobre estes aspectos, ou um conflito sério entre as partes, sobre estes temas, não sou capaz de o vislumbrar.

Assim não pode ser isto que está em causa neste conflito.

Quanto à segunda questão tudo aponta para uma 'guerra' que eventualmente não trará ganhos para nenhuma das partes e sim prejuízos para todos os outros, ou no limite ao 'desaparecimento' de um deles e ao 'domínio' do outro.

Os indícios dessa escalada estão à vista : 'diabolizar o adversário' (nós temos todas as virtudes, ele todos os defeitos) e 'ataque às alianças' .

Todos os ingredientes de uma 'guerra' estão reunidos : duas vontades antagónicas e incompatíveis, para que um ganhe o outro tem de perde, cada um quer obrigar o outro a aceitar a sua vontade, no limite o derrotado 'desaparece' enquanto agente relevante por perda da suas qualidades especificas.

O problema de conflitos deste tipo é que sabemos como começam mas só no fim é que sabemos como acabam.

 

publicado por RPF às 09:28

18 Junho 2008

Vamos esperar para ver que medidas vão ser apresentadas mas, na realidade, este é o caminho para a resolução, no futuro do problema energético e não a baixa dos impostos (leia-se ISP ou IVA).

Infelizmente a solução não está ali ao virar da esquina.

Vai demorar tempo, mas só assim temos 'uma luz ao fundo do túnel'.

 

publicado por RPF às 07:56

18 Junho 2008

Eu percebo o não Irlandês.

Nada mais fácil do que dizer não aquilo que não se entende.

Já pensaram o que seria um referendo à 'teoria de Planck'?

Se fosse aprovada seria um milagre.

Aquilo que não consigo entender é a 'felicidade' que perpassa por essa rejeição.

Se ela tivesse acontecido por : perda de soberania ; falta de confiança na instituições ; distanciamento entre os eleitores e os eleitos ; burocratização, sem participação, no provcesso de tomada de decisão , etc., ainda compreendia.

Mas não. Ser recusada pelos motivos que foi só mostra ignorância, e louvar a ignorância não e o caminho para o sucesso.

 


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