23 Junho 2008

Esta frase tem sido muito usada nos últimos tempos por alguns políticos e, ultimamente, por todos aqueles que valorizam exageradamente a decisão referendária da Irlanda.

Mas afinal o que quer dizer?.

Que poderes é que nos foram tirados e têm de ser devolvidos?

O que pensava é que a democracia representativa nos representava, a nós cidadãos, mas quando vejo deputados eleitos (devem ser representantes dos Partidos e não dos Cidadãos) dizerem isso só posso pensar que nem eles próprios se acham nosso representantes.

Há frases que quando não são descritas não passam de demagogia ou então estamos a viver uma crise no sistema democrático representativo (há outro?).

 

 

publicado por RPF às 18:13
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23 Junho 2008

 

 

Amanhã, dia 24, é o Dia do Concelho de Castro Marim.

É uma antiga vila com muitas histórias para contar e com um passado de 'altos e baixos' de acordo com as circunstâncias e a envolvente do momento.

Em muitos momentos 'deu a volta por cima' e tudo aponta para que mais uma vez, nestes tempo, o vá fazer.

Gosto sempre de ir à sessão solene de aniversário, e mais uma vez lá estarei no dia 24.

Tenho no entanto uma duvida que vou tentar esclarecer este ano : porquê o dia 24 de Junho?

Vou ver, na internet, a informação disponível sobre os factos mais relevantes ligados à vila e ao concelho e não encontrei nada que releve este dia.

Garanto-vos que desta vez vou descobrir. Depois digo.

 

publicado por RPF às 17:51

23 Junho 2008

Acabei de ler a noticia sobre o discurso de MFL no encerramento do Congresso do PSD.

Não posso estar mais de acordo.

Significa esta simplificação proposta que os impostos devem incidir sobre os rendimentos? Vamos deixar de ser tributados pelo 'investimento' (i.e. o património)? E nos impostos indirectos vamos pagar só sobre o consumo ou haverá outros?.

Quanto ao SNS aponta-se um novo sistema de financiamento por que tipo de impostos? A utilização dos serviços terá em conta os rendimentos das pessoas? Quais? Como se verifica? É para aplicar o principio do utilizador/pagador? Como é garantida a solidariedade? Etc...

A distribuição da riqueza será feita de outra forma? Como? Em que percentagem? Como baixamos os gastos com o Estado e o seu funcionamento por forma a redistribuirmos melhor? Vamos criar mais riqueza? As empresas, por um passe de mágica, vão ser mais eficientes? Quanto tempo mais vamos demorar a ter empresas mais ricas? Como é que a Sociedade (há quem goste de chamar Governo) pode ajudar?.

O problema é que não dizendo como se faz deixa-se a liberdade de pensar tudo o que se quiser, e este é o 'drama' dos politicos. Nunca dizem qual a realidade, que alternativas,  qual a decisão tomada, que motivo para tal, que objectivos prosseguir, com que acções, que resultados se esperam e qual a forma de os medir.

Enquanto não passarmos de palavras actos, continuaremos na mesma.

O principio, para quem dar uma imagem diferente da politica, não é o melhor. Vamos ver o que o futuro nos reservou.

 

 

publicado por RPF às 07:51

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