27 Junho 2008

Esta é a pergunta que é efectuada ao sr. Michel Platini na sua entrevista ao jornal Mundo Deportivo.

Já agora, a resposta é esta : Como presidente de la UEFA no estoy nada contento con su inclusión en la Champions League. Lo digo así de claro. La UEFA, bajo mi mandato, va a luchar a muerte contra la corrupción. Puede estar sujeto a derecho, pero me parece que ese no es el espíritu. Si un equipo ha sido sancionado por su federación, por la UEFA, por corrupción no puede disputar una competición europea.

Fico contente quando leio este discurso e espero que tenha  o mesmo pensamento quando acontecer algo similar a algum clube de uma Federação com maior representatividade no futebol europeu.

Foi a primeira intervenção clara que lhe ouvi, pois quando houve as acusações,  condenações a jogadores ingleses por falsearem resultados (idêntica situação parece estar sob suspeita noutros Países) não lhe ouvi uma opinião ou sequer uma palavra. Penso que por distracção. De igual forma o caso dos clubes italianos também passou em claro, certamente porque o jornalista não perguntou. Assim como os casos de aliciamento de árbitros na UEFA e na FIFA.

Passa pela sua resposta um entendimento 'sui generis' do que é a justiça, a presunção de inocência e a actuação dos tribunais.

O sr. Michel Platini não está no cargo que ocupa por ter sido um 'grande jogador de futebol' (seria como o 'melhor gasolineiro do País' ser escolhido para dirigir a GALP) mas por outros motivos que desconheço..

 

publicado por RPF às 17:56
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27 Junho 2008

No nosso jornalismo e informação existe uma tendência natural para comentar, para além de informar. A garnde maioria das vezes é no titulo que se faz essa diferença.

Vejamos esta noticia e esta, sobre o mesmo tema e da mesma pessoa.

 

 

Podem dizer-me que a noticia não 'é inócua' e que há sempre uma interpretação.

Mas este caminho pode transformar-nos em pessoas acríticas

 

 


27 Junho 2008

Ao ler o post de José Pacheco Pereira, no seu blog o ABRUPTO, fiquei ensandecido.

A descrição que faz é como se todos os europeus tivéssemos delegado nos Irlandeses a nossa 'vingança' sobre o Tratado de Lisboa.

Eu por mim não lhes deleguei a possibilidade de me representarem, creio só o ter feito aos Deputados do meu Distrito.

O que ele acaba por propor teria, para mim, lógica se :

- acreditasse que a democracia não é o governo da maioria mas sim o 'bloqueio das minorias'

- aceitasse que a democracia, e o seu processo de tomada de decisão, só pudesse acontecer por unanimidade

E  se o funcionamento da democracia portuguesa fosse idêntico (unanimidade e bloqueio da minoria).

Exemplo : Podíamos começar por ter um deputado por cada Concelho (ficámos com 324, que é pouco mais do que o actual, e sempre que algum votasse contra tudo voltava ao inicio - ou um modelo similar por Distrito).

Parcece ser um disparate, mas se for, porque não é ? : "Os irlandeses disseram “não” por eles e por todos os europeus", como se escreve. Eu não dei nenhum mandato aos Irlandeses para escolherem por mim.

 

publicado por RPF às 07:36

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