03 Junho 2008

O aumento dos preços do petróleo veio para ficar.

Só nos resta encontrar outras soluções para o transporte, seja de mercadorias seja de pessoas.

As estradas e auto-estradas não são uma solução para o futuro.

O avião, para além da falta de dimensão do País também vai encarecer.

Só nos resta o comboio como a solução mais viável seja pela dimensão do País seja pela 'independência' que está a ser criada no sector eléctrico.

O ultimo investimento nas linhas ferroviárias foi no EURO 2004 (que levou à electrificação e algumas correcções de traçado da linha do Algarve) .

Para quando a duplicação da via férrea do Algarve e a modernização da linha Lagos - Vila Real de Santo António, ou não é uma solução viável e que pode merecer ser equacionada?.

 


02 Junho 2008

Na semana passada fui atestar o carro porque necessita de ir a Lisboa.

Como é mais lógico, actualmente,  fui fazê-lo a Espanha (mais concretamente em Ayamonte).

Nessa segunda feira (dia 26 de Maio) o preço da gasolina 95 e do gasóleo estavam a 1,097 € e 1,095 €, respectivamente.

Hoje, e aproveitando a boleia da minha filha que está a estudar na Universidade de Huelva, fui fazê-lo novamente.

O preço que paguei foi de 1,196 € e 1,243 €, respectivamente para a gasolina 95 e para o gasóleo.

Não, não me enganei, o gasóleo está, em Espanha, mais caro do que a gasolina sem chumbo 95 e sofreu, no prazo de uma semana certinha, um acréscimo de 0,146 €.

Calculem o impacto que tal agravamento teria se fosse em Portugal.

O que fica claro é que temos de encontrar formas de 'erradicar' a influência do petróleo na nossa vida.

Estes aumentos, não são uma crise passageira, vieram para ficar.

 

publicado por RPF às 20:26

02 Junho 2008

Todos apontam como solução imediata para a situação económica que vivemos o de um aumento intercalar dos salários.

A grande objecção é de que as empresas não suportam esse aumento e havia o perigo do aumento da inflação.

Mas será que as empresas não podem absorver esse aumento dos salários sem um aumento de preços?.

Se o aumento for balanceado com o decréscimo da outra componente do custo do trabalho (a sua parte do imposto) poderão e deverão.

Um aumento de 5% do salário pode ser equilibrado com um decréscimo de cerca de 1% na contribuição da empresa.

Por acréscimo viria um aumento de receitas do IRS (ou não) e do IVA.

Esta não pode ser uma solução?.

 

 


01 Junho 2008

Em quase todas as cidades, vilas e aldeias de Portugal deve existir um Café Central.

O meu café Central é um local de leitura dos jornais e análise do dia na aldeia, no País e no Mundo.

Á volta dum café, duma água ou duma cerveja todos, os que aparecem, opinam sobre qualquer tema que lhes venha à cabeça. Analizam-se os factos e os não factos e todos temos uma opinião para dar.

Cada um que chega e se senta 'atira' para a mesa o tema ou a noticia que crê mais impacto tem no momento, e à volta dum café, duma água ou duma cerveja opina-se sobre isso ou 'joga-se' outro tema.

Muitas vezes formamos opiniões sem a informação necessária, temos duvidas e algumas certezas.

Assim, puxe uma cadeira e diga lá.

publicado por RPF às 10:59

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