27 Agosto 2008

Parece que o problema sobre a forma como o Fisco tem vindo a tratar os contribuintes, em particular os que 'normalmente cumprem as suas obrigações', não é um caso em que Portugal possa reclamar a sua originalidade.

No Brasil parece que a situação é idêntica, como pode ser lido neste artigo, e que mostra que a forma de 'perseguição' lá utilizada é similar à portuguesa.

Todos os contribuintes são tratados por igual e de forma suspeitosa, i.e. como um presumível prevaricador.

As empresas privadas já fazem avaliação de risco e tratamento diferenciado aos seus clientes.

O estado 'igualitário' trata todos por igual e não da forma que deveria ser 'tratar com justiça'.

Tratar com justiça é dar o tratamento adequado de acordo com o comportamento dos agentes sociais.

Para quando um Estado justo e não igualitário?.

 

 

 

publicado por RPF às 08:45

27 Agosto 2008

Uma das questões que mais ocupam os portugueses, em alguns dias do ano, são as desigualdades de rendimentos.

Um dos motivos dessas desigualdades radicam na forma com os empregadores olham para os seus colaboradores, os avaliam e o modo como 'temem' perde-los.

Este artigo de Freek Vermeulen suportado num estudo efectuado por Boris Groysberg mostra que muitas vezes é sobrevalorizada a 'perda' de colaboradores especializados em detrimento de outros.

É uma outra forma de olhar, dentro de uma organização, para a partilha dos rendimentos sem os 'receios' de perca por algumas situações particulares.

 


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