31 Dezembro 2008

A resolução da crise não tem uma solução única mas trata-se, isso sim, de um leque de acções integradas num objectivo ultimo.

O micro crédito, inventado no BanglaDesh por Muhammed Yunus, pode muito bem, se for aplicado de acordo com as circunstâncias diversas que a Europa tem, um dos pilares da solução.

Vejam este vídeo da EURONEWS que mostra aplicações práticas:

 

 

publicado por RPF às 08:04

30 Dezembro 2008

Muitas vezes penso, o que faz as desigualdades e como se podem corrigir?.

Vamos tomar como exemplo uma pequena empresa com 6 empregados e um gerente: 2 deles têm um vencimento de 550 €, 3 têm 800 €, 1 tem 1.500 € e o gerente recebe 2.500 €. (estamos a falar de vencimentos brutos sem subsídios de alimentação nem prémios de produtividade??? se os houver).

 

O custo do trabalho, parte da taxa social única (23,75% para o empregador), assegurada pela empresa é de cerca de 25.000 € (1.785 € x 14 meses). O diferencial de 'desigualdade' entre quem mais recebe e quem menos recebe é de 4.55 vezes.

Ora vamos lá ver : se fizerem uma 'continha' verificam que o valor médio dos salários é de 1.070 €. Significa isto que a empresa, para o mesmo valor de custo do emprego, poderia pagar da seguinte forma : aos 2 trabalhadores 800 € (em vez de 550 €), aos 3 trabalhadores 950 € (em vez de 800 €), a 1 trabalhador 1.200 € (em vez de 1.500 €) e ao gerente 1.850 € (em vez de 2.500 €), diminuindo assim a desigualdade para 2.06 vezes.

A minha pergunta é : Porque não o faz?

Vamos deixar as várias opções de resposta a esta pergunta, bem como soluções possíveis, para um próximo post.

 

 

publicado por RPF às 17:00

30 Dezembro 2008

Gostei de ler ......

 

no OUTUBRO - Dados anómalos, hipóteses reformuladas

no International Herald Tribune - Comfort in numbers, por Sonja Lyubomirsky
no Contra a Indiferença - Causas Nacionais, por Fernando Nobre

no Jacarandá - Gostaria..., por António Barreto

no De Rerum Natura - Eis o meu comentário às declarações do Papa, publicado hoje no Público, por Desidério Murcho

 

publicado por RPF às 14:33

30 Dezembro 2008

Gostei bastante de ouvir o líder parlamentar do PSD criticar os deputados que votaram o estatuado politico administrativo dos Açores, pela 3ª vez, até porque ele deu a melhor explicação porque votou contra, assim como o grupo parlamentar que dirige, apoiando o militante do seu partido que está a desempenhar funções de Presidente da republica.

Não é verdade?

Há coisas que chegam a ser hilariantes.

 

publicado por RPF às 12:38
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