10 Fevereiro 2009

Ouvi, há pouco, no telejornal (não me lembro de que canal) um comentário da Ministra dos Negócios estrangeiros de Israel e candidata nestas eleições, a referir que o combate contra o HAMAS se insere na luta contra o terrorismo, mesmo que tal cause vitimas civis.

Veio-me à cabeça que isso de terrorismo é algo que a Srª Tzipora Malka "Tzipi" Livni deve conhecer bem, já que os seus pais, Yeruham "Eitan" Livni e Sara Rosenberg eram destacados menbros e dirigentes do IRGUN que foi considerado como uma organização terrorista por quase todo o mundo ocidental e perpetuou actos de terrorismo como colocação de bombas em locais públicos com civis).

Eu sei que é 'forte', mas não resisto à falta de lembrança que manifestamos.

Talvez, e mais uma vez, os terroristas de hoje sejam os nossos grande aliados amanhã.

 

publicado por RPF às 18:43

10 Fevereiro 2009

Hoje é dia de eleições em Israel.

É o dia em que se vai apurar se o desencadear da guerra em Gaza trouxe os resultados esperados pelos partidos que a protagonizaram ou se, pelo contrário, levou à ascensão das alas mais radicais e extremistas.

Basta ver que esta campanha foi dominada pelo sentimento nacionalista, como pode ser lido mais detalhadamente neste artigo do IPS - Inter Press Service.

Há, no entanto, um candidato que apresenta algumas ideias que podem fazer com que Israel venha a seguir um caminho de abandono daquilo que é a marca de um estado democrático e de direito.

Trata-se de Avigdor Lieberman (mais um emigrante russo), do partido Israel Beytenu, que pode ser caracterizado, bem como algumas das suas ideias, aqui neste vídeo do The New York Times.

Por outro lado a sua explicação (???) para a mais polémica daspropostas (que alguns cidadãos israelitas tenham de fazer voto de lealdade ao Estado para terem os mesmos direitos que os outros) pode ser lida aqui, no seu blog.

publicado por RPF às 15:57

10 Fevereiro 2009

Tinha lido este livro quando tinha os meus 12, ou 13, anos.

Marcou profundamente o meu gosto pela matemática, em especial pelo entendimento, que criou, de que a compreensão do mundo, das coisas e das suas relações, se faz com a matemática que é algo que utilizamos sistematicamente no nosso dia a dia.

A forma como é explicada a evolução da matemática e as oportunidades que foram surgindo para entender o mundo, e os caminhos que foi necessário abrir para a adequar à realidade e a vida é brilhante.

Acabei de o reler hoje, tantos anos passados, com grande prazer.

Devia ser um livro de leitura obrigatória no ensino, por desmistificar a noção de que a matemática é quase uma ciência esotérica sem nenhuma relação com a realidade e a vida.

 

publicado por RPF às 08:59
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