16 Fevereiro 2009

Pronto, já cá estão e prontas na cozinha.

Os almoços estão a ser marcados.

publicado por RPF às 20:30
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16 Fevereiro 2009

Afinal parece que a situação, para além de não estar controlada, é pior do que o que se podia imaginar.

Se o futuro é o que se descreve neste artigo do Telegraph, que descobri via Balanced Scoreboard, então as medidas que foram decididas pelo Governo não são as mais indicadas e se conseguem travar, acredita-se, uma crise social imediata vão fazê.la imergir mais tarde, provavelmente com custos futuros agravados.

Mais uma vez ressalta o 'peso do estado' e os custos que algumas áreas têm, e que devem ser corrigidos intervindo na economia através do sistema fiscal e tributário, politica monetária (em consonância com o BCE), garantir a existência de instituições confiáveis (assegurar o mercado financeiro), favorecer o empreendorismo e o desenvolvimento das iniciativas privadas e garantir a igualdade de oportunidades em temas sociais (e este é o ponto fundamental).

Em resumo, dar mais responsabilidades às pessoas e às famílias e dizer-hes claramente, bem como às empresas, que em vez de continuar a pedir emprestado para manter o actual nível de vida, há que pagar o que devemos e ser capazes de criar mais riqueza.

 


16 Fevereiro 2009

A forma que a Republica Checa encontrou para minorar o provável impacto social da crise económica e correspondente aumento do desemprego, é uma forma populista e demagógica, que irá possivelmente hipotecar o futuro (como pode ser lido neste artigo no blog do The Economist).

Só me espanta como é que uma medida demagógica e populista, como esta, ainda não foi apresentada por alguns dos nossos políticos sempre tão activos nestas matérias.

 

publicado por RPF às 10:21
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16 Fevereiro 2009

Nesta época de convulsão todos os paises  ricos estão a atravessar imensas dificuldades em manter os sistemas financeiros e económicos a funcionar e evitar uma crise social.

Todos? ... Não. O Canadá parece ser um oásis.

Fui alertado para esse facto por este artigo de Fareed Zakaria na Newsweek.

Na realidade ainda não ouvimos falar de 'aquisição' de bancos, garantias para o sector financeiro ou planos de emergência para combate ao desemprego.

E o que tornou o Canadá imune, pelo menos parece, a esta convulsão?.

No artigo, acima referido, são apontados os seguintes aspectos:

- baixo índice de capital emprestado, nos bancos do Canadá,. Os dados apontam para 18/1 enquanto nos EUA é de 26/1 e na Europa 64/1 (será verdade este numero 'disparatado'?), o que os coloca com uma capitalização elevada.

- baixa valorização do imobiliário ao longo dos anos

- não incentivo à compra de casa, em sede de IRS, por não ser possível deduzir esses gastos em conjunto com a não promoção do endividamento e do sobre consumo

- No Canadá a incapacidade de pagar um empréstimo para a compra de casa é um problema da pessoa e não dos bancos, como acontece nos EUA e EU.

- 12 anos de superavit nas contas publicas

- reestruturação do sistema de pensões que passou a ser suportado numa base fiscal sólida

- sistema de saúde 'barato' pois só consome, cerca de 10% do PIB, e de eficácia elevada.

- politica de imigração aberta, i.e. sem limite, para os trabalhadores altamente qualificados, o que tem atraído e fixado pólos de desenvolvimento e inovação de várias empresas.

Parece uma base dum plano de recuperação actual, com a grande diferença de estar a ser posto em prática há vários anos.

Portugal também padeceu, e padece, dos mesmos males dos EUA e da UE, e penso que as soluções que estão a ser adoptadas não irão resolver os problemas no curto prazo, porque se trata de paliativos que estão a promover os mesmos motivos que levaram à situação actual.

Deixem-me dar um exemplo : qual a génese da recuperação? A aumento do consumo que vai trazer mais procura e mais produção? a reconversão das empresas por forma a inovarem nos produtos/serviços, na sua produção e distribuição por forma a os adequarem às necessidades da sociedade actual, que por sua vez gerará mais consumo?.

Pois, eu não sei a resposta mas entendo que a 2ª opção criará mais condições para o futuro do que a 1ª, que só prolongará a 'agonia' de muitas empresas.

O Candá pode ser um 'case study' que poderá fornecer as soluções para ultrapassar o momento presente.

 

 


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