19 Fevereiro 2009

Uma análise sobre a Grande Depressão, o que foi feito e os seus resultados, e a sua comparação com os planos actuais, por Daniel J. Mitchell do CATO Institute:

( ... )

 

 

publicado por RPF às 15:20

19 Fevereiro 2009

É uma pena que os países não sejam como os clubes de futebol ou as empresas.

Quando uma equipa técnica ou uma administração não tem os resultados esperados, vamos contratar uma outra, seja cá ou noutro país qualquer.

Porque será que temos esta 'mania' que os países têm de ser dirigidos pelos seus naturais e não pelos mais aptos?.

 

publicado por RPF às 12:16
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19 Fevereiro 2009

O café é o local escolhido para muitas conversas.

Nunca como agora tenho ouvido as frases : 'estou a pensar em ...' ; 'tenho vindo a estudar fazer ...' ; 'agora que é a altura de mudar de vida, estou a encarar ...' ; etc.

Parece que a crise consegue libertar as capacidades de empreendorismo que existem, latentes, em cada um de nós.

Esta sim é a saida inteligente para as dificuldades actuais.


19 Fevereiro 2009

É uma surpresa, ou talvez não.

Parece que, em Davos, Putin veio alertar para que a situação económica mundial só se pode ultrapassar se todos os países devem trabalhar em conjunto para encontrarem as soluções que actualmente estrangulam as economias mundiais.

Mas o mais destaco é os alertas que lança, de que:

- É muito tentador tomar medidas simples e populares, em tempos de crise., e que é necessário, sem isolacionismo, tomar algumas medidas proteccionistas, de forma muito prudente e moderada.

-A adopção um Estado Absoluto, só leva a transformar as empresas e a economia em sistemas incompetentes.

- A intervenção excessiva na economia e a confiança na omnipotência do Estado  é outro grande erro.

- Não há nenhuma razão para acreditar que transferir a responsabilidade económica para o Estado traga melhores resultados.

Pois concordo com muitos dos alertas que lança, até porque tem experiência dessas situações.

Também acredito que estamos a ter um peso exagerado do Estado e da sociedade na vida e liberdade das pessoas, e parece que queremos sempre mais, correndo o risco, que até já pode ser visível, do esmagamento do individuo face ao colectivo (pelo menos a alguns grupos organizados fazedores da opinião - associações empresariais, sindicatos, partidos políticos, etc...).

Será que nos estamos a transformar numa sociedade agorafóbica?

NOTAagorafobia – medo de espaço amplos e aglomerações.

Podem ler o artigo do Liberdad Digital, aqui.

 

publicado por RPF às 08:44

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