20 Fevereiro 2009

Li na ultima edição do Jornal do Algarve, que sai às quintas feiras, que o Resort Verde Lago,em Altura, vai iniciar as obras porque tem as licenças necessárias e indispensáveis para tal.

Penso que já ninguém se lembra porque é que este projecto demorou tanto tempo a ser licenciado, mas todos sabemos que teve inicio na década de 80 (!!!). Pois parece mentira mas só agora, mais de 20 anos depois, se pode iniciar a obra.

Mais de 20 anos para licenciar uma obra é a maior castração que um Estado pode fazer à livre iniciativa dos seus cidadãos e empreendedores.

Não é relevante a valia do projecto, que a tem, mas esta situação caricata do tempo, porque este caso quase nos faz dizer que 'vou apresentar já um projecto para que os meus netos o venham a executar'

Finalmente vamos ter obra.

publicado por RPF às 16:42
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20 Fevereiro 2009

Nos últimos anos o Dubai tem sido apontado como o paraíso para as empresas de promoção imobiliária e construção civil.

Agora a situação é esta:

 

 

Será que era demasiado bom, para ser verdade?

Por outro lado tenho sérias duvidas como é que um Estado, em que os seus cidadãos não trabalham nem pagam impostos, e que tem vivido do petróleo da 'bolha' imobiliária, vaia ser capaz de sobreviver sem alterar drasticamente as relações entre os cidadãos e o Estado.

publicado por RPF às 15:26

20 Fevereiro 2009

... nem os críticos dos planos actuais que estão a ser introduzidos em quase todos os países, com algumas excepções.

Estes três artigos (que podem ser lidos aqui, aqui e aqui) e escritos por Lorenzo Bernaldo de QuirósGabriela Calderón e Lawrence W. Reed, do CATO Institute e da Ordem Livre, transmitem de uma forma simples, os problemas das crises bancárias e das politicas monetárias e contestam as actuações correctivas que estão a ser seguidas tendo como base uma análise diferente sobre o passado.

Eu por mim, e não sendo economista, começo a inclinar-me para aqueles que advogam a 'liquidação controlada' dos agentes económicos 'tóxicos', i.e. que sejam ineficazes e não satisfazem as necessidades da sociedade, como forma de dar credibilidade às boas práticas criando confiança no sistema.

Também começo a solidificar a ideia de que ou somos capazes de limitar os gastos do Estado (limitando-os aos apoios sociais no desemprego, criação de novas empresas e especialmente no repensar dos serviços que devam ser prestados pelo Estado, de que forma o devem ser e que distribuição dos seus custos) ou estaremos a hipotecar as gerações futuras.

Parece que quem vai nascer tem assegurada uma divida ao Estado e a desresponsabilização pela sua vida.

publicado por RPF às 15:23

20 Fevereiro 2009

É verdade, quem está à espera de uma forma mágica para ultrapassar esta crise, desengane-se. Não há, como refere o Prof Freek Vermeulen neste artigo do seu blog Random Rantings.

No entanto deixa aqui algumas pistas que podem ser utilizadas.

O ponto principal e determinante que aponta é manter os clientes actuais, pelo menos aqueles que se quer ter, e não todos.

Vale a pena ler e posteriormente meditar sobre o assunto e talvez se descubra um caminho que parecia escondido.

( ... )

 

 

publicado por RPF às 08:09
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