29 Maio 2009

A importância e necessidade de alterarmos o paradigma da energia suportada em 'combustíveis fósseis' e sua substituição por fontes renováveis, parece que tem pouca margem de contestação tendo como base as alterações climáticas.

No entanto uma outra vertente de análise tem vindo a 'abraçar' a contestação às energias verdes, e que é a sua capacidade de 'destruir empregos líquidos' e 'ser mais cara do que a actual'.

Será assim?. Em minha opinião, não.

No entanto nada melhor que 'encarar' os dois pratos da balança e ouvir os argumentos de ambos os lados.

Este artigo de Vanessa Cárdenas (do Center for American Progress) pretende mostrar, tendo como base o modelo energético espanhol, que é a energia do futuro e para o futuro económico. Já em contraponto este relatório de Gabriel Calzada Álvarez (da Universidad Rey Juan Carlos, via The Heritage Foundation)  aponta para um cenário muito diferente onde a economia sairá 'prejudicada'.

Para formar opinião é indispensável recolher informação e ouvir as duas partes. É isso que recomendo.

publicado por RPF às 10:22

28 Maio 2009

Se o Génesis tivesse sido escrito à luz dos conhecimentos científicos actuais, provavelmente seria assim:

 

 

(via RichardDawkins.net)

 

publicado por RPF às 09:02
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27 Maio 2009

A questão da avaliação do desempenho dos professores não é uma questão só em Portugal.

Nos EUA o debate sobre a avaliação do desempenho e o 'pagamento pelos resultados' também tem estado na ordem do dia, tendo em conta as várias experiências já realizadas em especial nas escolas que se encontram em bairros socialmente 'complicados'.

Em Portugal ainda estamos na fase de avaliar ou não avaliar e ainda não chegámos à fase de ligar as avaliações e resultados à remuneração e à carreira.

Como podem ver neste estudo da Center for American Progress o que se equaciona é o impacto dos vários programas, o seu desenho e objectivos e a implementação.

Parece que fica claro, das conclusões, que há mais perguntas do que respostas e que 'cada caso é um caso e deve pressupor um modelo adequado às circunstâncias'.

Para o caso português a questão é a mesma, há que começar e ir adaptando aos resultados conseguidos e ás condições especificas de cada escola. No limite é mais autonomia para as escolas, nas decisões, e um Ministério mais centrado na avaliação das escolas e na sistematização da avaliação dos alunos.

 

 

publicado por RPF às 16:56

27 Maio 2009

Tenho lido vários artigos emitindo opinião sobre qual a melhor forma de lidar com o Irão.

Uns apontam um processo de negociação e o reconhecimento do Irão como potencia regional e outros uma 'acção musculada'.

A base desta discussão tem a ver com a provável, e possivel, capacidade do Irão vir a desenvolver armas nucleares.

Mas há um aspecto que muitas vezes é esquecido : existem outros países com capacidade para construir armas nucleares, e não o fazem. Porquê?.

Provavelmente esta é forma de desfazer o 'no górdio' da questão. Como desincentivar o Irão a desenvolver armas nucleares num espaço onde elas já existem?.

No video, Hooman Madj aborda este tema:

 

 

publicado por RPF às 14:48

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