06 Junho 2009

Agora que terminou a campanha eleitoral podemos olhar, com algum distanciamento, e tentar entender se valeu a pena esta campanha.
O que está em causa na eleição de amanhã é a escolha dos deputados ao PE que se irão integrar num determinado grupo partidário, sim porque não existem blocos nacionais mas sim de 'famílias politicas'.
E a campanha ajudou a fazer essa escolha? Esclareceu qual vai ser o comportamento de cada umas das 'famílias politicas' e de qual o papel que cada deputado terá dentro do grupo a que vai pertencer?.
A minha resposta a estas perguntas é; não.
Nas redes sociais que assumo como representarem uma parte dp País, os debates foram sobre: o BPN, o caso Lopes da Mota, o Freeport, os cartazes das campanhas, sondagens e algumas frases, mais polémicas, ditas por um ou outro candidato. Eu não ouvi nada sobre o que se espera da União Europeia, qual o modelo de governação da União, que planos e projectos para integrar os cidadãos nesse espaço politico, que contributos podemos e devemos dar para a União Europeia, etc...
Em resumo, uma campanha eleitoral da qual não me vou lembrar.

publicado por RPF às 16:25

06 Junho 2009

Todos os políticos, empresários e economistas nos dizem que a inovação será a chave do sucesso para o futuro.
Mas será que estamos a criar as condições para o aparecimento da inovação?
A inovação não surge por si só, é antes uma consequência da existência de capital (e expectativas do seu retorno), Know-how cientifico e técnico e, acima de tudo, o ambiente (atitude competitiva das empresas, legislação, prioridades politicas, etc...).
Faço muitas vezes, a mim próprio, as seguintes perguntas:
1. Estaremos nós a criar as condições de competitividade que, para a sobrevivência no futuro das empresas, sejam obrigadas a inovar e criar no seu próprio ambiente as condições que possibilitem correr os riscos necessários à inovação, ou estaremos a proteger a não necessidade de competir?
2. Estamos a deixar criar capacidade de capital, dimensão das empresas, para que tenham possibilidades de inovar em articulação entre os centros de saber e o saber fazer?
Muitas das vezes penso que estamos a seguir um caminho que privilegia a manutenção das empresas como estão hoje ao não permitir que a escolha do futuro seja feita pelos consumidores mas pelos legisladores e reguladores.
Será que estamos a proteger as empresas ineficientes em detrimento de promover as que são eficientes hoje e que vir a ser no futuro?
Que caminho deveremos seguir?.
Este artigo de Alberto Mingardi, na OrdemLivre.org, levanta as mesmas duvidas que referi. 

publicado por RPF às 13:09

06 Junho 2009

Está a ser construída uma nova rotunda na EN 125 que vai substituir o actual cruzamento da saída da Via do Infante (AE 22) com essa via, em Altura.
Vem resolver o problema da perigosidade desse cruzamento e terminar, de vez como se espera, com os acidentes que por lá aconteciam.
Mas haveria outras soluções?.
Penso que sim. Em minha opinião a rotunda deveria ser efectuada no cruzamento da EN 125 com a estrada de S. Bartolomeu e a Praia Verde. Essa situação permitiria, com uma solução resolver dois problemas. As rotundas distariam, entre si, 200 metros o que criava as condições para eliminar o cruzamento e obrigar a circular por uma das rotundas.
Ficaria mais barato sem criar incómodos a quem circula e pretende seguir para qualquer uma das direcções.
 

publicado por RPF às 10:11

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