28 Junho 2009

Um inquérito telefónico realizado pelo Rasmussen Reports, que pode ser lido aqui, mostra que 47% dos americanos opõem-se a uma maior regulação do sistema financeiro americano enquanto 33% são a favor de mais poderes para a Reserva Federal.
Ao mesmo tempo sobre o plano do Presidente de criar uma Agência Governativa para controlar e regular a oferta de crédito, há 39% de americanos que apoiam essa medida, enquanto 44% se opõem à criação dessa Agência. Em Abril havia 57% de americanos a apoiar uma medida de controlo do mercado e oferta de cartões de crédito.
Será que com o tempo se está a mudar a visão sobre a crise e sobre a forma de resolve-la? E por cá também?.

publicado por RPF às 13:25

28 Junho 2009

A crise financeira e económica tem levado a quedas de produção grandes, tendo como base que se trate uma crise centrada na falta de procura, e acarretado níveis de desemprego elevados.
Tal situação não se passa , no entanto, na Alemanha onde as quebras de produção não têm levado a um aumento substancial do desemprego, à diminuição das receitas do Estado e ao aumento das suas contribuições sociais.
O que é que o 'modelo alemão' tem de diferente do 'modelo espanhol' ou do 'modelo português'.
Este artigo , do PressEurop, assinado por Xavier Vidal-Folch e publicado no El País, dá uma explicação.
Será a correcta. Também não sei mas é uma explicação sobre um facto incontroverso, a quebra de produção industrial da Alemanha não leva a um aumento do desemprego.


27 Junho 2009

A leitura deste artigo do Council on Foreign Relations, Presidential Power in Iran, por Greg Bruno merece a pena ser lido com muita atenção para um melhor entendimento da situação que se vive no Irão.
Creio já ter feito referência a este artigo, em post anterior, mas pela sua clareza merece o destaque especial que agora lhe dou.

publicado por RPF às 14:24

27 Junho 2009

A diferença entre proteger ou tratar com 'menoridade' é ténue.
A intromissão do Estado, a excessiva regulamentação das relações entre consumidores e empresas são uma forma de proteger, os desprotegidos consumidores face ao 'poder' excessivo das empresas, ou uma forma de tratar as pessoas com incapazes de tomar decisões, atestando a sua menoridade intelectual e pessoal e permitindo a intromissão, em todos os espaços de decisão, do Estado em detrimento da responsabilização individual pela decisões tomadas?.


Digam-me lá?

publicado por RPF às 11:10
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