20 Janeiro 2010

Aqui em Portugal demoramos 'uma eternidade' para investigar qualquer assunto, seja ele os Paquetes da EXPO, o FREEPORT, a FACE OCULTA ou a OPERAÇÃO FURACÃO.

Vá lá que a investigação tem uma grande ajuda, chama-se segredo de justiça.

Velam lá como é que estas investigações seriam nos EUA sem segredo de justiça.

Seriam mais lentas ou mais céleres?

O nosso maior problema não está nos Tribunais mas na investigação.

 

 


19 Janeiro 2010

Se eu necessitar de gastar mais do que o que ganho para usufruir de um determinado nível de bem estar, então só me resta pedir a um amigo, vizinho ou uma organização que me empreste os recursos de que não disponho.

Ora tal só sucederá que a pessoa a quem eu pedi tiver feito poupanças o que para tal o obrigou a prescindir de um nível de bem estar que poderia ter se tivesse utilizado os recursos disponíveis em consumo e não em poupança.

Os Estado são como as pessoas, para que alguns vivam acima das suas possibilidades, face à riqueza que geram, é necessário que outros vivam abaixo das suas possibilidades para criar adicionalmente poupança que ajudará outros, usufruímos dos sacrifícios dos outros porque não nos queremos sacrificar.

 

NOTA ; não nos podemos esquecer que o maior emprestador mundial é a China.

publicado por RPF às 10:20
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18 Janeiro 2010

Sempre que vejo qualquer duvida levantada sobre cartelização de preços, vem-me sempre à cabeça a questão, porque tal poderá acontecer, ou acontece?

A resposta que me surge é sempre a mesma : quando há poucos players no mercado a tendência para 'acertar' os preços é maior (até porque existe essa possibilidade - negociar com 4(5 é possível) do que se houver muitos players (é muito difícil negociar com 100).

Então a solução não é regulação e a criação de barreiras à entrada de novas empresas nos sectores (muitas delas puramente administrativas) mas sim mais concorrência.


15 Janeiro 2010

Tenho lido e ouvido de quase todos os economistas falarem sobre a importância do Orçamento e Estado de 2010 para o nosso futuro colectivo, mesmo quase como País independente.

Pelo meu entendimento o problema já não está só no manter o défice nos valores do PEC (Pacto de Estabilidade e Crescimento) mas sim em criar condições para a redução da divida publica, sua amortização e redução dos custos da divida a curto/médio prazo.

Fazer isso ao mesmo tempo que se dinamiza a economia parece fácil mas é muito difícil e envolve um conjunto de variáveis difíceis de 'dominar' e com grande margem de insucesso.

Tudo aponta que é isto que tenhamos de fazer nos próximos anos e que o marcar do caminho é já.

Vai exigir sacrifícios, os que não quisemos fazer até agora, e redução de muitos aspectos que consideramos, ainda, tabu ou direitos adquiridos, mas .... ou deixamos que os sacrifícios recaiam nos nossos filhos e netos que ainda não podem votar e escolher o seu destino. Vamos impor-lhes o destino que queremos.

Para atingir a meta que parece consensual há que fazer cortes de despesa nas rubricas que mais oneram a sociedade : saúde, educação, etc.... e isso vai gerar um grande conflito social. Esperemos que os partidos estejam à altura deste desafio ou teremos uma alteração do regime que será inevitável.

 

publicado por RPF às 10:49

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