18 Fevereiro 2010

A mudanças são sempre difíceis porque obrigam-nos a sair da nossa zona de conforto.

O problema é que as crise, sejam elas de que tipo forem, colocam-nos a necessidade de mudar, de hábitos, atitudes, comportamntos, acções, etc...

Mas mesmo assim, como reacção contra uma crise, é difícil a mudança que muitas vezes só acontece quando se coloca o problema da sobrevivência.

Ou mudamos ou poderemos deixar de existir, como organização ou sociedade.

Aí sim existe uma reacção.

O que a desperta é o sentido (sentimento) de urgência que faz sobressair o instinto de sobrevivência.

Nos últimos tempos temos sido confrontados com a difícil situação económica que o País atravessa e as profundas alterações que está a sofrer.

É do lado da economia que está a 'bola', mudar para se adaptar àzs novas necessidades da sociedade actual e às alterações que se avizinham.

Mas os lideres têm um papel fundamental que é o de 'injectar' em todos o sentido de urgência, pois assim a acção é mais determinada e poderá ser mais consequente.

É pois urgente despertar o instinto de sobrevivência alertando para o sentimento de urgência na acção.

 

publicado por RPF às 10:37

17 Fevereiro 2010

Agora que terminou a época carnavalesca também, por coincidência, conclui a leitura de "Como sair da crise - Algarve e Alentejo" da autoria de Jack Soifer.

É um livro escrito por um estrangeiro originalmente em português, não um livro escrito na língua mãe e depois traduzido por lutem, e isso nota-se.

Mas não se perde nada, antes pelo contrário, porque assim a escrita sai mais naturalmente e os pensamentos e ideias apresentados parece que têm mais "força".

É um livro prático em que o autor não teoriza sobre a economia destas regiões mas, com argumentos simples, mostra as suas potencialidades económicas pouco, ou nada, exploradas.

Reforça que o desenvolvimento económico futuro deve ser suportado nas PME's, naquelas que tenham o foco nos clientes, desenvolvam capacidades estratégicas e de internacionalização, estabeleçam relações fortes com os clientes, fornecedores e concorrentes  e sejam capazes de potenciar as capacidades individuais e colectivas.

Às associações deixa a responsabilidade de desenvolverem e integrarem as incapacidades das empresas associadas; central de exportação, distribuição, marca, etc..

Mas essencialmente diz-nos, em cada página, que NÕS PODEMOS se FIZERMOS e não ficarmos à espera.

Um livro INSPIRADOR e que vale a pena ler (creio que está a venda na FNAC - Centro Comercial da Guia).

publicado por RPF às 10:11

09 Fevereiro 2010

"O orçamento nacional deve ser equilibrado. As dividas publicas devem ser reduzidas, a arrogância das autoridades deve ser moderada e controlada. Os pagamentos a governos devem ser reduzidos se a Nação não quiser a falência. As pessoas devem aprender novamente a trabalhar em vez de viver por conta publica."Marcus Tullius Cicero, Roma, 55 a.c.

Não encontro melhores palavras para descrever o estado de dependência do Estado a que chegamos como País e Nação.

 

publicado por RPF às 10:04
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08 Fevereiro 2010

Hoje recomendo a leitura, e reflexão, de um artigo de Hans-Hermann Hoppe, "Natural Elites, Intellectuals, and the State" (já de 2006), o que há muito tempo não fazia.

Vale a pena ler.

publicado por RPF às 10:03

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