11 Junho 2008

Os agentes da paralisação dos transportes de mercadorias decidiram uma 'batalha'.

Para isso escolheram o 'terreno',  as 'armas' e o 'momento'.

Foi a rua (estradas), o bloqueio dessas mesmas estradas utilizando as 'ferramentas de trabalho' (armas) e o 'momento' ser agora.

Aceitar o confronto nesse 'terreno' seria disparate. Aí eles são fortes.

Mas quais são as suas  fraquezas?

Algumas delas : dissociar-se de quem os 'representava',; não conseguir congregar os trabalhadores e os seus representantes , pressionar levando ao confronto com outros ; falta de clareza do que efctivamente pretendem (mensagem errática) ; não ter quem fale em 'nome deles' (liderança fragmentada).

Desta forma a 'arma' fundamental é o tempo. Vão cometer erros porque são ineficientes na comunicação. Vão agudizar conflitos internos por inexistência de liderança forte e criarão dificldades às pessoas que para elas são injustificáveis.

Desta forma:

- Agir de forma determinada antes de tempo é ser autoritário, fora de tempo é laxismo

- agir sem tentar chegar a um acordo com os 'representantes institucionais' é arrogância, agir após um acordo é determinação.

Este é o dilema que vive quem tem de tomar decisões.

O tempo certo é aquele em que as pessoas lhe vão pedir que actue.

Os lideres partidários têm de se decidir e apoiar ou recusar uma intervenção, mas vão ter de tomar uma posição. O seu silêncio é 'ensurdecedor'. Se à 'esquerda' ainda se compreende (por falta de discernimento) à 'direita' é incompreensivel (é o grande hara-kiri politico).

Aí sim, tudo lhe será perdoado, mesmo o 'exagero' da acção.

Definir o momento certo é a sua responsabilidade. Boa sorte.

 

 


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