18 Abril 2009

Um dos caminhos, existem outros, para nos fazer sair da crise actual, é a inovação e o desenvolvimento cientifico.

Em Portugal já existem pólos de excelência em alguns campos do conhecimento e da inovação.

Este caso é mais um exemplo.

Afinal, temos hipóteses. 

publicado por RPF às 10:46

03 Abril 2009

Já passou o tempo suficiente para podermos apreciar a decisão de castigar os futebolistas Pereirinha e Rui Pedro pela falha do penalti contra Cabo Verde.

Este tema parece despiciente mas quero fazer uma reflexão sobre a disciplina e as atitudes que se devem ao não privilegiar quando se aplica a disciplina.

A informação que tenho disponível é a seguinte:

- os futebolistas em causa, no jogo contra Cabo Verde realizaram a marcação de um grande penalidade de forma 'inesperada' e, podemos dizer 'inventiva'.

-  o resultado dessa acção levou à não concretização dessa grande penalidade, por intersecção de um defesa, e como tal é vista como um 'erro'.

- o seleccionador nacional da equipa criticou, creio que por falta de sucesso, a opção dos jogadores

- o seleccionador nacional telefonou ao seleccionador da equipa 'exigindo' o castigo dos jogadores

Esta é a informação que detenho e é sobre ela que tecerei os comentários que se seguem.

O castigo em si mostra:

- o seleccionador nacional tem poderes sobre toda a estrutura das selecções (a organização e a hierarquia está bem definida)

- o seleccionador decidiu castigar quem não: opção 1; seguiu as instruções dadas pelo seleccionador ou não segiu 'as regras e canones estabelecidos', opção 2 ; quem se permitiu, em campo, tomar decisões de risco, inventivas e inesperadas.

Para mim, o mais importante, não é o que ele pretendeu sancionar mas sim o 'sinal que transmitiu' e que foi : não aceito o erro, inerente ao risco de decidir de forma inventiva e inesperada. Quem não cumprir, maquinalmente, o que lhe é dito para fazer ou aquilo que é clássico, sofre as consequências.

Ao fazer isto está a fazer do futebol uma actividade com acções planeadas, definidas e planeadas pelo exterior e em que os jogadores não têm margem para tomar decisões e assumir os riscos e os erros.

Em alguns casos vai contra a 'cultura' dos clubes onde esses jogadores foram formados: ex. Não foi Carlos Queirós com atitudes deste tipo que formou Figo, Rui Costa ou Cristiano Ronaldo, que fizeram da imprevisibilidade, do risco das suas acções e do não temer o erro (por não serem castigos mas sim incentivados para tal) aquilo que são hoje.

O que pretende Carlos Queirós? Uma equipa cientifica, planificada onde cada um faz o que lhe foi dito durante a planificação do jogo, ou uma equipa onde cada um assume as suas responsabilidades, o risco das suas acções, conhece as suas capacidades e onde pode mehorar e tem as atitudes adequadas para o sucesso individual e colectivo?

Eu sou adepto do futebol d a imoprevisibilidade da acção dos jogadores do risco e do contributo individual para o resultado do colectivo.

É isso que faz o seu sortilégio e cria os grandes jogadores.

Termino com uma frase de Aubrey C. Daniels e James E. Daniels no seu livro "Measure of a leader", que creio resume o que disse acima - "não se lidera através e resultados, mas sim para obter resultados. E estes só podem ser obtidos através de comportamentos e atitudes positivas".

 

publicado por RPF às 10:29

24 Março 2009

Apesar de haver sectores que se encontram em dificuldade, por um 'reequilíbrio' da procura, existem outros onde a procura, factor indispensável para a existência de vendas e consequentemente produção, ainda vai aumentando com 'vigor'.

Este artigo de Seth Kuegel no GlobalPost, mostra bem o sucesso continuado do negócio da lingere, no Brasil.

Mas interessante mesmo é uma frase lá referida :

 

"A friend once told me that there will never be a crisis for people who work with women’s vanity and men’s vices,"

 

NOTA : em tradução livre "Um amigo disse-me, um dia, que nunca haverá crise para quem trabalhar para a vaidade das mulheres e os vícios dos homens"

 

Aqui está uma pista para negócios de sucesso.

publicado por RPF às 10:33

07 Março 2009

A aposta que tem vindo a ser feita, já há vários anos, na ciência e na captação de cientistas portugueses que se encontravam no estrangeiros ao mesmo tempo que se conseguia cativar os que surgiam a não sair do País, tem vindo a dar resultados e os frutos desse trabalho 'escondido' vão surgindo à luz do dia.

Esta noticia do Ciência Hoje, que refere que dois cientistas  (médicos) portugueses foram escolhidos como dos melhores no seu sector de actividade:

 

"Dois obstetras da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) foram classificados pelos seus pares entre os três melhores especialistas mundiais no campo da cardiotocografia, disse hoje fonte daquela instituição.
João Bernardes e Diogo Ayres de Campos, obstetras, professores e investigadores do Departamento de Ginecologia da FMUP, foram considerados, respectivamente, o primeiro e terceiro melhores investigadores do mundo nesta especialidade pela BioMedExperts
."

 

Mas o que mais relevo é que ganharam este prémio pela sua capacidade de transpor os conhecimentos científicos para instrumentos práticos que irão 'democratizar' o próprio conhecimento.

Este é o fim ultimo do progresso cientifico, e assim a nosso sector empresarial consiga tirar os necessários dividendos destes progressos.

publicado por RPF às 14:11

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