16 Abril 2009

Os transportes terrestres, de passageiros ou de mercadorias, juntamente com o transporte individual são responsáveis pelo consumo de cerca de 50% do petróleo consumido, à escala mundial, como referido num estudo do Observador Cetelem e cuja noticia pode ser lida aqui.

É, pois, pelo transporte de pessoas e mercadorias que a alteração do paradigma de dependência do petróleo tem de começar, e cada vez é mais urgente.

No transporte individual já foram, e estão, a ser dados alguns passos, mas no transporte publico e de mercadorias, ainda são incipientes.

Felizmente em várias cidades, especialmente dos EUA, começam a aparecer veículos de transporte publico (táxis) que fazem a apelo a novas formas de energia, especialmente híbrida, e que fazem a alteração do paradigma com o aumento da independência em relação aos combustíveis fósseis e às suas variações de preço.

Assim as cidades portuguesas tivessem a mesma perspectiva e incrementassem as alterações necessárias nos transportes públicos, e no futuro nos de mercadorias.

publicado por RPF às 10:37

19 Janeiro 2009

Como sempre pensei, e várias vezes o fui dizendo, para um País com dimensão de Portugal o meio de transporte adequado é o comboio.

Não só para passageiros mas também para mercadorias (neste caso interligando os pontos de recepção de mercadoria, portos e aeroportos, com os Hub's de distribuição).

Por esse motivo sempre achei mais importante e necessário a duplicação da linha do Algarve (Lisboa - Faro), e a sua ligação a Beja (ou a ligação de Sines ao Poceirão e ao Carregado) , do que o TGV  entre Lisboa e Porto, porque a ligação Lisboa - Madrid (pagando os espanhóis 2/3 dessa ligação) também me parece adequada para a ligação do País à rede de alta velocidade europeia.

Este artigo do Irish Times, parece que me vem dar razão no que diz respeito ao sucesso das redes e alta velocidade em Espanha.

A dimensão dos países é relevante quando se equaciona a estrutura de transportes.

 


30 Dezembro 2008

Parece que a crise está a afectar as vendas esperadas para este Natal e Passagem de Ano.

Está fora de questão que vamos ter uma crise económica, após a financeira, e da qual já se começam a ver alguns factores : mais dificuldade em aceder ao crédito por um maior rigor na análise de risco, algumas empresas a reduzir a sua produção (seria excedentária?), previsível aumento do desemprego, etc.

Mas, vamos lá a ver se percebi, há algum tempo atrás (poucos meses) o que estava a estrangular os portugueses era : taxa de juros para empréstimo à habitação, combustíveis com preços elevados e inflação em alta.

Neste momento temos o seguinte cenário : a EURIBOR a descer significativamente (mensalidades do empréstimo à habitação, mais barato), os combustíveis a descer de forma sistemática, inflação em queda, etc.....

Tudo isto significa mais dinheiro no bolso das pessoas pelo que não entendo esta retracção no consumo, neste momento. Será que as poupanças estão a aumentar ao mesmo ritmo da quebra do consumo?

Deste modo não percebi onde é que está crise, HOJE?

Será que é algo que existe porque se fala continuamente nisso, apesar os indícios que apontam que ainda não chegou, em força?

Ou somos nós que gostamos de nos martirizar antes de agir?

Alguém me pode explicar?.

 

publicado por RPF às 09:02

22 Dezembro 2008

Parece que a GM, e a sua empresa OPEL, já têm uma carro para utilização comercial, movido a hidrogénio.

 

 

Como sempre, nestas novas viaturas, o problema é a autonomia (ainda só 300 Km) e a rede de distribuição (bombas para atestar).

A grande maioria das vezes parece que estes são os grandes obstáculos à entrada e 'massificação' destes novos produtos.

Em Portugal a situação é mais agravada porque os postos de combustíveis existentes são 'financiados' pelas gasolineiras e não existe um verdadeiro mercado autónomo de distribuição.

 

publicado por RPF às 18:13

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