07 Março 2009

A aposta que tem vindo a ser feita, já há vários anos, na ciência e na captação de cientistas portugueses que se encontravam no estrangeiros ao mesmo tempo que se conseguia cativar os que surgiam a não sair do País, tem vindo a dar resultados e os frutos desse trabalho 'escondido' vão surgindo à luz do dia.

Esta noticia do Ciência Hoje, que refere que dois cientistas  (médicos) portugueses foram escolhidos como dos melhores no seu sector de actividade:

 

"Dois obstetras da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) foram classificados pelos seus pares entre os três melhores especialistas mundiais no campo da cardiotocografia, disse hoje fonte daquela instituição.
João Bernardes e Diogo Ayres de Campos, obstetras, professores e investigadores do Departamento de Ginecologia da FMUP, foram considerados, respectivamente, o primeiro e terceiro melhores investigadores do mundo nesta especialidade pela BioMedExperts
."

 

Mas o que mais relevo é que ganharam este prémio pela sua capacidade de transpor os conhecimentos científicos para instrumentos práticos que irão 'democratizar' o próprio conhecimento.

Este é o fim ultimo do progresso cientifico, e assim a nosso sector empresarial consiga tirar os necessários dividendos destes progressos.

publicado por RPF às 14:11

26 Janeiro 2009

... No coments

 

... "A wide body of research has consistently identified teacher quality as the most important means within a school’s control to improve student learning. That likely goes double for STEM subjects, which require instructors not only to be knowledgeable but also to be able to convey difficult technical information in a graspable way. Attracting such people to STEM teaching requires a compensation system that recognizes their talents. Unfortunately, though, the way we pay public-school teachers today—based exclusively on seniority and number of advanced degrees held—doesn’t work." ...  Marcus A. Winter in City Journal.

 

Artigo completo, aqui.

publicado por RPF às 16:14

28 Dezembro 2008

Muitas vezes as noticias dos jornais utilizam a linguagem americana e outras a europeia, quando falam de números e especialmente de dinheiro.

Os dois sistemas não são iguais embora muitas vezes nos queiram fazer crer que são.

Aqui está uma explicação que nos pode ajudar a ler e ouvir de uma forma mais rigorosa, e comparável, e explicada por um cientista (neste caso Nuno Crato).

 

 

publicado por RPF às 18:22
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